As secretarias municipais de Habitação (SMH) e Planejamento Urbano (Seplan) vão elaborar um relatório de áreas viáveis dentro e fora do perímetro urbano de Uberlândia para atender às demandas do Programa Minha Casa, Minha Vida. Serão levantados os pontos positivos e negativos de cada gleba em triagem realizada pela prefeitura. O levantamento será apresentado à Caixa Econômica Federal (CEF) e, assim que aprovados os terrenos, caberá ao prefeito autorizar a implantação do programa nas áreas selecionadas.
Todas as regiões receberam propostas de viabilização de áreas e infraestrutura. A comissão com técnicos das duas pastas e do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) vão analisar caso a caso para encontrar as melhores alternativas para a cidade. As propostas fora do perímetro urbano devem estar dentro da área de expansão e precisam ser aprovadas pelos órgãos técnicos da Seplan. Atualmente existem aproximadamente dez áreas possíveis fora do perímetro e outras cinco dentro.
O município não comprará as áreas. Cabe a ele dialogar com os proprietários e construtoras interessados nos novos empreendimentos. Os projetos serão apreciados pelo município e pelos bancos oficiais de liberação de crédito. Após liberação dos projetos, as unidades habitacionais serão construídas junto com todos os equipamentos públicos de infraestrutura (saneamento, postos de saúde, escolas).Todas as regiões receberam propostas de viabilização de áreas e infraestrutura. A comissão com técnicos das duas pastas e do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) vão analisar caso a caso para encontrar as melhores alternativas para a cidade. As propostas fora do perímetro urbano devem estar dentro da área de expansão e precisam ser aprovadas pelos órgãos técnicos da Seplan. Atualmente existem aproximadamente dez áreas possíveis fora do perímetro e outras cinco dentro.
Para os projetos, devem ser contempladas as famílias inseridas na Faixa 1 (com renda mensal de até R$ 1.600). De acordo com o secretário municipal de Habitação, Delfino Rodrigues, este é o grupo de maior carência em oferta habitacional no mercado. “Logo, cabe ao poder público garantir o acesso à casa própria para as famílias de baixa renda.”

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