O
Conselho Gestor Municipal de Habitação de Interesse Social realizou hoje (2) a
primeira reunião ordinária do ano a fim de definir os três critérios adicionais
locais que são permitidos pelo Ministério das Cidades para priorizar o
atendimento de candidatos inscritos nos programas de habitação popular
municipais. O conselho é formado por representantes do setor público, entidades
de classe e de movimentos populares. Durante a reunião foi aprovado, por
unanimidade, a prioridade para atender a dois grupos: um com renda familiar
inferior a R$ 1.600 e o outro com renda superior a esse
valor.
No
primeiro grupo, que atende a famílias com renda até R$ 1.600, foram definidos
três critérios: famílias com filhos menores de 18 anos, famílias com renda
familiar até 1 salário e meio e famílias que estejam já cadastradas há mais
tempo, ou seja, anterior a 2010 terão prioridade no
atendimento.
Em
relação as habitações destinadas às famílias com renda superior a R$ 1.600, que
se enquadram nos critérios nacionais e são contempladas em projetos
habitacionais que tenham a participação municipal, será priorizada a ordem
cronológica da inscrição na secretaria de Habitação.
Segundo Delfino Rodrigues,
secretário de Habitação e presidente do Conselho, essa aprovação foi um marco
para a população de baixa renda de Uberlândia no que se refere à diminuição do
déficit habitacional. “Foram estabelecidos critérios locais que, conciliados com
os nacionais, garantem a transparência na prioridade da escolha das famílias que
vão receber a sua casa própria”, disse.
Os
três critérios nacionais já definidos pelo Ministério das Cidades são famílias
residentes em áreas de risco ou insalubres ou que tenham sido desabrigadas;
famílias com mulheres responsáveis pela unidade familiar; e famílias de tenham
pessoas com deficiência.

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